sexta-feira, 30 de setembro de 2011

As Crônicas de Elgalor - Prólogo



Saudações, nobres aventureiros de Elgalor! É com grande alegria que volto a postar nesse espaço, depois de um grande hiato e pane criativa de minha parte. Como já foi explicado por Odin, decidimos publicar aqui, desde o início, as Crônicas de Elgalor para aqueles de vós que porventura não conheçam a história de nosso grupo ou mesmo para aqueles que desejem "matar as saudades".

Sob a benção de Odin, trago então as crônicas que contam a história de um valoroso grupo de aventureiros do qual tenho o privilégio de participar. Por meio dos preciosos relatos do grande Mestre dos Ventos vocês conhecerão a história de cada um de nós, por vezes protagonistas e por vezes espectadores da saga e da missão que, pelos ventos do destino, chegou até nós...

Que a boa sorte esteja sempre convosco, bons amigos...

Astreya Anathar

As Crônicas de Elgalor- Prólogo

Por ODIN.

"Nos reinos de Elgalor sou conhecido por muitos nomes: O sábio do deserto, O Precursor da Desgraça, Aquele que Caminha no Vento ou simplesmente o Senhor dos Ventos. Após séculos apenas observando as areias do tempo escoando enquanto novos heróis vêm e vão, é chegada a hora voltar a caminhar entre os povos livres e alertá-los sobre o grande mal que há de obliterar e escravizar a todos se não for ferrenhamente combatido.

Cinco anos atrás, através de inúmeras buscas e batalhas, o nefasto Cavaleiro da Morte foi derrotado por um grupo de valentes heróis que acompanharam o rei dos Elfos da Espada, Coran Bhael, o guardião da Lâmina de Gelo. Eram eles:

Evan, o Justo, um nobre paladino
Oyama Flagelo das Feras, um vigoroso monge das montanhas setentrionais
Bulma, A Destruidora, uma feroz bárbara das Florestas do Inverno
Astreya, a Estrela do Alvorecer, uma bela barda vinda do grande deserto de Kamaro
Aramil, o Sincero, poderoso mago de Sindhar, o reino dos Altos Elfos
Erol, Lâminas Mortais, um habilidoso ranger do reino de Sindhar
Hargor Martelo de Mitral, um sábio clérigo anão do reino de Darakar

A derrota do Cavaleiro da Morte não veio sem preço, pois o nobre Evan pereceu para que o vil cavaleiro negro fosse definitivamente destruído. Contudo, a paz reinou em todos os reinos livres de Elgalor.

Até agora.

Um poder macabro foi liberado com a abertura do Tomo dos Cânticos Profanos; criaturas sinistras começaram a vagar sem medo pela noite, que passou a ser mais escura e sombria do que jamais fora. Como se guiados por uma força maior, orcs se uniram por todo o continente e declararam guerras aos reinos dos elfos e dos anões. Seres advindos do abismo clamam por sangue em ataques cada vez mais freqüentes, e as forças da luz parecem enfraquecer a cada novo anoitecer.

Todos estes acontecimentos estão interligados, e o triste é que isto é apenas o começo. O grande mal por trás de tudo ainda nem sequer se moveu.

Os heróis que derrotaram o Cavaleiro da Morte se dispersaram há cinco anos; Astreya passou a viver no reino élfico de Sírhion, junto ao nobre e sábio rei Coran Bhael, como sua barda real. Oyama e Hargor viajaram até o reino de Darakar para combater um culto do Deus do Massacre, liderado por minotauros, Bulma voltou para sua terra natal onde exigiu a liderança de seu povo e Erol e Aramil retornaram em honra para Sindhar.

Hoje, me encontro com o rei Coran e lhe explicarei todo sobre o Tomo dos Cânticos Profanos que se encontra aberto e bem guardado na Torre dos Desesperos nas Terras Sombrias. Explanarei também sobre a profecia que conta sobre o retorno de dois grandes avatares de Gruumsh, o Deus dos Orcs, assim que as cabeças de 1000 elfos, 1000 anões e a vida de um rei de cada raça for oferecida em sacrifício.
Rogo que os Grandes Reis deixem suas diferenças de lado e marchem juntos com todo seu exército rumo às Terras Sombrias quando chegar a hora. Rogo para que os grandes heróis desta era se reúnam novamente, e mesmo sem seu líder, sejam capazes de lacrar o Tomo dos Cânticos Profanos.

Rogo para que ainda tenhamos tempo..."

Trecho do diário do Senhor dos Ventos

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