quinta-feira, 23 de junho de 2011

Histórias de Beleriand: Se o bardo apenas cantasse...

Quinta-feira Poética [sic]. Caros leitores, tentei traduzir acuradamente este poema dos livros de Maglor, mas não sou nenhum poeta. Boa sorte com a leitura.



O grupo buscava pelo paladino perdido;
A feiticeira, o ladino, o bardo, o guerreiro e o mago metido.
Colinas e campos dourados suas botas pisaram,
E vários leões no caminham mataram.

Reidan bradou, Erick flanqueou
Zingara gesticulou, Rudolph invocou (mas não cantou!)
Mastor gritou enquanto Rhenuliu recuou
Mas no final derrotaram os ladinos e o grupo se safou

A caminho do próximo povoado bendito
Encontraram um bárbaro pelo caminho, ignóbil Joselito
Forte como um touro, duro como granito
Mas com a inteligência de um mosquito.

Lonkir, pequena urbe na beira da floresta,
Enquanto o grupo descansa em taverna modesta
Cardolan, guerreiro ferido porta adentro desembesta:
“Estou sendo perseguido por uma irmandade funesta!”

Os bravos viajantes o ferido logo socorrem
Ignorando o perigo que correm
Sangue e suor pela noite escura escorrem
Mas no final todos os seus inimigos morrem.


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