sexta-feira, 27 de maio de 2011

Histórias e Canções - The Highwayman

Boa tarde, nobres viajantes de Elgalor. Hoje, na sexta-feira, encontro-me um pouco apertada com meu tempo. Portanto, neste belo dia trago apenas uma canção que também é uma história: The Highwayman, versão musical do poema de Alfred Noyes. Ele conta uma triste e bela história de amor entre um ladrão de estradas e uma bela donzela chamada Bess. Amor, sacrifício e sobrenatural misturam-se nesta linda obra que foi magistralmente musicada pela barda Loreena Mckennitt, que todos já sabem que muito admiro. Trago-vos a versão ao vivo porque é mais rápida e dinâmica, embora não seja a versão ao vivo que possuo e prefiro.



The Highwayman

The wind was a torrent of darkness among the gusty trees
The moon was a ghostly galleon tossed upon the cloudy seas
The road was a ribbon of moonlight over the purple moor
And the highwayman came riding,
Riding, riding,
The highwayman came riding, up to the old inn-door.

He'd a French cocked hat on his forehead, a bunch of lace at his chin,
A coat of claret velvet, and breeches of brown doe-skin;
They fitted with never a wrinkle; his boots were up to the thigh!
And he rode with a jewelled twinkle,
His pistol butts a-twinkle,
His rapier hilt a-twinkle, under the jewelled sky.

Over the cobbles he clattered and clashed in the dark inn yard,
And he tapped with his whip on the shutters, but all was locked and barred;
He whistled a tune to the window, and who should be waiting there
But the landlord's black-eyed daughter,
Bess, the landlord's daughter,
Plaiting a dark red love-knot into her long black hair.

"One kiss, my bonny sweetheart, I'm after a prize tonight,
But I shall be back with the yellow gold before the morning light;
Yet if they press me sharply, and harry me through the day,
Then look for me by the moonlight,
Watch for me by the moonlight,
I'll come to thee by the moonlight, though hell should bar the way.

He rose upright in the stirrups; he scarce could reach her hand
But she loosened her hair i' the casement! His face burnt like abrand
As the black cascade of perfume came tumbling over his breast;
And he kissed its waves in the moonlight,
(Oh, sweet waves in the moonlight!)
Then he tugged at his rein in the moonlight, and galloped away to the west.

He did not come at the dawning; he did not come at noon,
And out of the tawny sunset, before the rise o' the moon,
When the road was a gypsy's ribbon, looping the purple moor,
A red-coat troop came marching,
Marching, marching
King George's men came marching, up to the old inn-door.

They said no word to the landlord, they drank his ale instead,
But they gagged his daughter and bound her to the foot of her narrow bed;
Two of them knelt at the casement, with muskets at their side!
there was death at every window
and hell at one dark window;
For Bess could see, through the casement,
The road that he would ride.

They had tied her up to attention, with many a sniggering jest;
They had bound a musket beside her, with the barrel beneath her breast!
"now keep good watch!" And they kissed her.
She heard the dead man say
"Look for me by the moonlight
Watch for me by the moonlight
I'll come to thee by the moonlight, though hell should bar the way!"

She twisted her hands behind her, but all the knots held good!
She writhed her hands till her fingers were wet with sweat or blood!
They stretched and strained in the darkness and the hours crawled by like years!
Till, now, on the stroke of midnight,
Cold, on the stroke of midnight,
The tip of one finger touched it!
The trigger at least was hers!

Tlot-tlot! Had they heard it? The horse-hoofs were ringing clear
Tlot-tlot, in the distance! Were they deaf that they did not hear?
Down the ribbon of moonlight, over the brow of the hill,
The highwayman came riding,
Riding, riding!
The red-coats looked to their priming!
She stood up straight and still!

Tlot in the frosty silence! Tlot, in the echoing night!
Nearer he came and nearer! Her face was like a light!
Her eyes grew wide for a moment! She drew one last deep breath,
Then her finger moved in the moonlight,
Her musket shattered the moonlight,
Shattered her breast in the moonlight and warned him with her death.

He turned; he spurred to the west; he did not know she stood
bowed, with her head o'er the musket, drenched with her own red blood!
Not till the dawn he heard it; his face grew grey to hear
How Bess, the landlord's daughter,
The landlord's black-eyed daughter,
Had watched for her love in the moonlight, and died in the darkness there.

Back, he spurred like a mad man, shrieking a curse to the sky
With the white road smoking behind him and his rapier brandished high!
Blood-red were the spurs i' the golden noon; wine-red was his velvet coat,
when they shot him down on the highway,
Down like a dog on the highway,
And he lay in his blood on the highway, with the bunch of lace at his throat.

Still of a winter's night, they say, when the wind is in the trees,
When the moon is a ghostly galleon, tossed upon the cloudy seas,
When the road is a ribbon of moonlight over the purple moor,
A highwayman comes riding,
Riding, riding,
A highwayman comes riding, up to the old inn-door.

O Ladrão de Estradas
O vento era uma corrente da escuridão entre as tempestuosas arvores
A lua era um pálido galeão lançado acima aos mares nublados
A estrada era um laço do luar sobre a terra roxa
E o ladrão de estradas vinha cavalgando
Cavalgando, cavalgando
O ladrão de estradas vinha cavalgando, em direção ao velho albergue

Ele usava um chapéu francês sobre a cabeça, um lenço de seda em seu queixo
Um casaco de veludo vermelho e calções de couro de coelho
Eles adaptaram-se sem precisar de uma prega, suas botas iam acima da coxa!
E ele cavalgava com brilho nos olhos ,
Com sua pistola brilhante
Com o cabo de sua espada brilhante, sob o céu brilhante

Sobre a calçada ele se anunciou, e adentrou o pátio escuro
E ele bateu com seu chicote nas persianas, porém elas estavam fechadas
Ele assobiou uma melodia à janela, e quem poderia estar esperando lá?
Senão a filha de olhos negros do senhorio,
Bess, a filha do senhorio
Com uma longa fita vermelha prendendo seus longos cabelos pretos

"Um beijo, minha bela adorada, estarei atrás de uma recompensa essa noite
Mas eu devo estar de volta com o ouro antes do amanhecer
Se me seguirem de perto, ou me atormentarem até o dia
Então procure-me no luar
Vigie por mim no luar
Eu virei te encontrar no luar, mesmo que o inferno barre meu caminho"

Ele subiu nos estribos, mal podia alcançar a mão dela
Porém ela desatou seu cabelo no batente! A face dele queimou tal qual braza
E a negra cascata de perfume chocou-se contra seu peito
E ele beijou as ondas no luar,
(Oh, doces ondas no luar!)
Então ele puxou suas rédias ao luar, E galopou em direção ao oeste.

Ele não veio ao amanhecer; ele não veio ao meio dia
E ao fim do pôr-do-sol, antes do nascer da lua,
Quando a estrada era como uma faixa cigana, amarrando a terra púrpura
Uma tropa com casacos vermelhos veio marchando
Marchando, marchando
Homens do Rei George vieram marchando em direção ao velho albergue

Eles não disseram uma palavra ao senhorio
Ao invés disso beberam sua cerveja
Então amordaçaram sua filha e amarraram-lhe aos pés de sua estreita cama
Dois deles ajoelharam-se ao lado da janela, com seus mosquetes ao lado
Havia morte em todas as janelas
E o inferno em uma janela escura
Bess pôde ver pela janela,
A estrada que ele iria cavalgar.

Eles atrairam sua atenção, com muitos risos sarcásticos;
Eles amarraram-na á um mosquete, com o cano sob seu peito
"Agora vigie bem", E beijaram-na
Ela ouviu o homem morto dizer
"Então procure-me no luar
Vigie por mim no luar
Eu virei te encontrar no luar, mesmo que o inferno barre meu caminho"

Ela torceu suas mãos amarradas, mas os nós estavam muito fortes!
Ela retorceu suas mãos ate seus dedos ficarem molhados com suor e sangue
Eles esticaram e cansaram na escuridão e as horas se arrastaram como anos!
Ate agora, na batida da meia-noite,
Fria, na batida da meia-noite,
A ponta de um dedo tocou
O gatilho ao menos ela alcançara!

Tlot-tlot! Eles teriam ouvido isso? Os cascos dos cavalos soaram claros
Tlot-tlot, na distancia! Estavam surdos por não ouvirem?
Sob a linha do luar, alem da fronte da colina,
O ladrão de estradas veio cavalgando,
Cavalgando, cavalgando!
Os casacos vermelhos olharam sua condição
Ela levantou-se séria e quieta.

Tlot no gélido silencio! Tlot, na noite ecoante!
Mais perto ele vinha e mais perto! A face dela era pura luz!
Seus olhos arregalaram-se por um instante! Ela deu um ultimo suspiro
Então seus dedos moveram-se no luar,
Sua mosquete despedaçou o luar,
Despedaçou o seu peito no luar e avisou-o com sua morte.

Ele virou-se, ele cavalgou ao oeste; não sabia que ela havia ficado,
Curvada com a cabeça sobre o mosquete
Encharcada em seu próprio sangue vermelho!
Só no amanhecer ele ouviu falar disso, sua face tornou-se palida ao ouvir
Como Bess, a filha do senhorio
A filha de olhos negros do senhorio
Vigiara por seu amor ao luar, e morreu na escuridão lá.

De volta ele cavalgou como um louco, gritando uma maldição ao céu.
Com a estrada branca fumegante atrás dele e brandindo sua espada aos céus
Vermelho sangue era a espora ao meio-dia dourado, e vermelho vinho era seu casaco de veludo
E ele foi atinjido pelo tiro na estrada
Caído como um cão na estrada
Caído sobre o próprio sangue na estrada, com o lenço de seda na garganta.

Ainda em noites de inverno, dizem, quando o vento bate em árvores
Quando a lua é um pálido galeão, lançada acima aos mares nublados
Quando a estrada é um laço do luar sobre a terra roxa
Um ladrão de estradas vem cavalgando,
Cavalgando, cavalgando
Um ladrão de estradas vem cavalgando , em direção ao velho albergue.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

πδ (pi-delta) explica: ciência e interpretação – parte I

Caros leitores, mais uma quinta-feira aparece no horizonte. E antes que ela desapareça por sobre as montanhas, πδ (pi-delta apresentará uma nova sequência de posts (a cada duas semanas), em três ou quatro partes, começando com este, nosso 11° post. Boa leitura.

Eu já estava com uma idéia para meu próximo post aqui, em Elgalor, quando li um tópico interessante no blog do Clérigo, relacionado com o que vou falar. Acho interessante lerem para complementar o que será apresentado aqui.

O que me motivou a escrever foi que quando jogo, sinto que muito do que aprendi em ciência às vezes atrapalha o melhor modo de interpretar meu personagem, com os fatos reais e fictícios entrando em conflito na minha cabeça mecânica.

Bem, achei interessante discutir (superficialmente) algumas teorias nas quais as pessoas acreditavam, mas que atualmente sabemos estarem erradas, e que podem influenciar o comportamento dos nossos personagens. O que vou falar é dirigido para sistemas baseados (mesmo que marginalmente) no nosso mundo, mas pode ser adaptado para outros. Hoje serão abordados dois exemplos: o formato da Terra (exemplo clássico) e o Lamarckismo.

1. Formato da Terra

Como sabemos, muitas culturas antigas acreditavam que a Terra era plana. Mas, apesar do que é divulgado, este não era o caso na época de Colombo. Enfim, os primeiros indícios da esfericidade terrestre vieram de marinheiros, que percebiam o surgimento inicial dos picos das montanhas no horizonte, o mesmo valendo para observadores de navios chegando aos portos, dos quais os mastros apareciam antes do corpo do navio.

Voltando ao tópico, essa crença em um mundo plano pode afetar as atitudes dos personagens em cenários que envolvam navegação ou viagens muito longas. Pode se manifestar em NPCs se recusando a navegar além de certo ponto, pode afetar a crença no que se encontra além das bordas do mundo (céu, inferno, purgatório, o vazio etc.), afetar as rotas de viagens, entre muitas outras possibilidades.

É claro que através de alguns meios disponíveis (magias) é possível que seja de conhecimento geral que a Terra seja redonda, mas pessoalmente acho mais divertido quando as crenças comuns estão erradas.

2. Lamarckismo

Ah, o Lamarckismo. Sempre achei essa teoria muito divertida. Jean-Baptiste Lamarck foi um homem inteligente que compreendeu um fato muito importante: os seres vivos evoluem, eles mudam. Mas ele errou ao propor o modo como isso ocorre. As duas teorias associadas ao Lamarckismo (Teoria do uso e desuso e a Herança das características adquiridas) não são exatamente o que foi proposto por Lamarck, mas vamos ficar com elas por serem mais conhecidas.

Segundo a Teoria do uso e desuso, se um organismo usa muito uma característica, ele a desenvolve, sendo o inverso também verdadeiro. Já a Herança das características adquiridas diz que uma característica adquirida por um indivíduo (através do uso) pode ser passada para seus descendentes. O caso das girafas é o exemplo mais famoso: elas esticavam o pescoço (usavam) para alcançar as folhas e passavam isso para seus descendentes. Felizmente sabemos que este não é exatamente o caso (exceto em algumas questões sobre epigenética, mas que não discutirei aqui).

Assim, posso até imaginar um bárbaro ou guerreiro treinando muito, matando muitos orcs, usando intensamente os seus músculos para que seus filhos também viessem a ser muito fortes e musculosos. Ou um ferreiro anão, adquirindo o máximo de perícia com sua profissão e esperando que seu filho também se tornasse um bom ferreiro. Pode parecer inverossímil agora, mas muitos acreditavam nisso.

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Post Bônus do Aramil: DIA DO ORGULHO NERD

Caros leitores, normalmente meu dia de postagem é na quinta-feira, mas como a data de hoje é muito importante para mim hoje trarei um post em caráter excepcional, e espero que meus caros autores-colegas me perdoem a audácia de postar hoje (não sei quem deveria postar hoje, mas não resisti).


Hoje, dia 25 de maio, é o DIA DO ORGULHO NERD. Além disso, também é o Dia da Toalha, em homenagem ao Guia do Mochileiro das Galáxias, um livro do qual sou fã.

Portanto, apresento a seguir uma lista dos 10 Direitos e 10 Deveres dos Nerds (não são de minha autoria, eu apenas recebi esta lista por e-mail em 2010).

Orgulhosamente uso os Direitos 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e estou tentando usar o 10º.

Quanto aos deveres, ainda sou bastante falho, mas cumpro regularmente os Deveres 1, 2, 4, 6, 7 (livros) e 9.


Direitos e deveres dos nerds

Foi criado um manifesto para celebrar o primeiro Dia do Orgulho Nerd (25 de maio), que 
incluía a seguinte lista de direitos e deveres dos nerds:

    * Direitos:

1. O direito de ser ainda mais nerd.
2. O direito de não sair de casa.
3. O direito de não gostar de futebol ou de qualquer outro esporte.
4. O direito de se associar a outros nerds.
5. O direito de ter poucos (ou nenhum) amigo.
6. O direito de ter tantos amigos nerds quanto quiser.
7. O direito de não ter que estar "no estilo".
8. O direito ao sobrepeso (ou subpeso) e de ter problemas de visão.
9. O direito de expressar sua nerdice.
10. O direito de dominar o mundo.

    * Deveres

1. Ser nerd, não importa o quê.
2. Tentar ser mais nerd do que qualquer um.
3. Se há uma discussão sobre um assunto nerd, você tem que dar sua opinião.
4. Guardar todo e qualquer objeto nerd que você tenha.
5. Fazer todo o possível para exibir seus objetos nerds como se fosse um "museu da nerdice".
6. Não ser um nerd genérico. Você tem que ser especialista em algo.
7. Assistir a qualquer filme nerd na noite de estréia e comprar qualquer livro nerd antes de todo mundo.
8. Esperar na fila em toda noite de estréia. Se puder ir fantasiado, ou pelo menos com uma camisa relacionada ao tema, melhor ainda.
9. Não perder seu tempo em nada que não seja relacionado à nerdice.
10. Tentar dominar o mundo!

E, para encerrar, uma piadinha nerd:

Piadas Matemáticas: se você as entende, então provavelmente não tem muitos amigos

Que a nerdice esteja com vocês!

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Prévia dos Capítulos I e II de ASGARD RPG

Saudações, bravos irmãos e irmãs!

Vos trago hoje uma prévia desenvolvida por nosso grande irmão Frodo Bacchi dos dois primeiros capítulos de ASGARD RPG (Introdução e Raças de personagens)

A maioria das regras já foram apresentadas nos Salões de Valhalla ou nos Reinos de Elgalor, mas tereis a oportunidade de conhecer a diagramação do trabalho e algumas das excelentes ilustrações internas feitas por nossos talentosos artistas.

Para adquirir (gratuitamente) a prévia, basta entrar neste portal.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Histórias de Beleriand: O Sargento, os Recrutas e uma Reunião

Ah, quinta-feira. "Senta que lá vem história". (Eu nunca disse que seria uma história boa).



E

U DISSE EM FORMAÇÃO! Seus vermes retardados.

O sargento Ber continuava bradando com os recrutas, tentando alinhá-los para poder designá-los para suas respectivas unidades de treinamento. 

Ele odiava o recrutamento compulsório, pois só trazia a escória para o exército: pessoas fracas demais, idiotas demais ou, o mais comum, fracas e idiotas demais para lutarem. Para Ber, o máximo que seriam era bucha de canhão. Mas, tinha ordens de separá-las de acordo com suas “habilidades alternativas” (como ele se esforçara para segurar o riso quando seu chefe lhe informara aquilo).

Só pensar no assunto já fervia seu sangue. E, para piorar, foi nesse momento que percebeu um recruta parado, lendo o pergaminho de recrutamento. Parado. Lendo. Parado E lendo. Era tudo o que precisava:

— VOCÊ! Aí! Lendo esse pergaminho!

Ber pronunciou a palavra “lendo” como se fosse uma doença contagiosa que escorresse de sua boca.

Erick gelou. Virou para o lado de onde viera o grito. Viu o sargento Ber fuzilando-o com os olhos.

— Você mesmo, gênio. Você é surdo? Quando eu disse: “Em formação!” isso parecia uma sugestão pra você? Quando sua mãe te pariu você bateu a cabeça no chão e ficou assim, idiota?

Erick nem teve tempo de responder. Ber já estava novamente gritando, só que dessa vez estava tão próximo que gotículas de cuspe voavam como minúsculas balas de canhão em direção ao rosto do pobre rapaz.

— NO CHÃO! AGORA, RECRUTA! AGORA!!

Erick hesitou por um momento, principalmente devido ao choque, mas um pouco para irritar o sargento. Mas o sargento Ber interpretou aquilo como um desafio total à sua autoridade. Ele sacou sua espada de madeira com a velocidade de anos de treinamento


[após alguns (dezessete) incidentes desagradáveis ocorridos alguns anos atrás e levando-se em conta o elevado custo de magias de regeneração, os superiores do sargento Ber decidiram trocar sua espada de metal por uma feita de madeira, como medida preventiva].

e mirou no joelho de Erick.

Meio por instinto, meio por reflexo, Erick desvia da espada o suficiente para não ser derrubado no chão, mas o golpe ainda o acerta, causando não pouca dor. Isso, na realidade, só enfurece o sargento.

Ber está a um segundo de testar os limites de resistência de sua espada de madeira contra ossos humanos quando soam os sinos de alarme. Anos de treinamento e décadas como sargento recrutador transformaram Ber em uma máquina de obediência. Assim que ouviu as três badaladas curtas – significando inimigo oculto ou invisível – parou o que estava fazendo e mudou o foco de sua concentração: caçar o maldito recruta que estava tentando fugir!

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Guardas corriam de um lado para o outro quando uma meio-elfa aproxima-se de Erick.

— Você está bem? Parecia que aquele sargento ia te matar.

— Estou, sim — mente Erick.

— Bem, que bom. Eu vi que você tem bons instintos. Ali no canto sudeste eles estão recrutando para missões especiais, onde não temos que ficar perto desses­ — ela olha para os lados — sargentos cretinos. Vou para lá, se quiser me acompanhar.

— Sim, não agüento mais um minuto de gritaria. Eu sou Erick, a propósito.

— Olá Erick. Sou Zingara.
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Em algum lugar, nove pessoas reúnem-se novamente. Destinos são traçados.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Conhecimentos Ancestrais: Cavaleiros Templários

Frodo: - Saudações amigos! Hoje trago a vocês um documentário do National Geographic e um do History Channel, sobre os polêmicos Cavaleiros Templários. Achei bastante interessante, mas como não sou historiador, fiquem à vontade para debater, complementar ou criticar o conteúdo.





OS CAVALEIROS TEMPLARIOS (NATIONAL GEOGRAPHIC) - Completo



O CÓDIGO TEMPLÁRIO - CRUZADA SIGILOSA - HISTORY CHANNEL

PARTE 1


PARTE 2


PARTE 3


PARTE 4


PARTE 5 - FINAL

domingo, 15 de maio de 2011

Elgalor's Funtime! - Cartoons que não deram certo

Frodo: - Saudações amigos! Hoje quero relembrar com você os saudosos "Cartoons que não deram certo". Tenho certeza que muitos vão se lembrar...


Rupert, o Peixe artista



O Cãozinho Raivoso


Heidi e os Tiroleses



E de Bônus, esta ótima Vinheta:


Cartoon Network, (OUTRORA) o melhor lugar para cartoons!

sábado, 14 de maio de 2011

Dungeons and Dragons em Elgalor

Saudações, nobres aventureiros!

Atendendo a alguns pedidos, iniciarei uma série de pergaminhos sobre as ambientações Nove Mundos e Elgalor usando as regras de D&D 3.5 com algumas modificações, que tentam retratar melhor o clima de aventura e perigo destes cenários. Reforço que não há nada de errado ou infantil em D&D, e que aqui apresentarei apenas uma forma diferente de usar certos elementos do sistema.

As regras para Elgalor e para os Nove Mundosserão praticamente iguais; Em Reinos de Elgalorteremos material para o cenário Elgalor, e nos Salões de Valhalla, material para os Nove Mundos.

As alterações visam abordar dois pontos principais:

• Tornar o sistema mais “realista”, buscando combates similares àqueles que lemos em grandes obras e vemos em bons filmes de fantasia medieval.

• Fazer com que as campanhas narradas sejam verdadeiramente épicas, e não necessariamente histórias de super heróis, como vemos em níveis elevados, onde um mago élfico possui mais pontos de vida do que um ogro ou um troll.

Entre as principais sugestões que serão apresentadas teremos:

• Pontos de vida fixos
• Defesa no lugar da Classe de Armadura (semelhante ao que temos em Star Wars RPG)
• Armaduras e magias que agora fornecem Redução de Dano aos personagens.
• Um sistema de magias sutilmente mais simples, onde os conjuradores não precisam preparar magias.
• Fim de “combos de magias” que muitas vezes triplicam a capacidade combativa de um personagem.
• Redução no número de ataques que personagens e monstros dão a cada rodada.
• Novas magias não combativas.

Evidentemente, é possível realizar uma campanha em Elgalor ou no Nove Mundos utilizando D&D em sua versão normal, mas estas mudanças farão com que seja possível realmente compreender e vivenciar o clima destes cenários.

Conto com vossos comentários trazendo críticas e sugestões quanto a este projeto.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Histórias e Canções - Midir e Étaín

Saudações, caros aventureiros e viajantes de Elgalor! Aqui encontro-me mais uma vez para dividir com vós histórias e canções, e hoje trago-vos uma bela lenda celta que muito me agrada: a história do rei Midir e da bela princesa Etain.

Muitas são as versões desta história, mas contarei a vós aquela que julgo mais bela.

Midir, um rei dos Tuatha Dé Danann (povo da mitologia irlandesa que podemos comparar aos elfos, descendentes dos deuses da era pré-cristã céltica) era casado com uma fada de nome Fúamnach. Fúamnach, no entanto, era de natureza invejosa e vingativa; seu coração era negro pois era alimentado constantemente por sentimentos negativos e ela afastou-se da bondade.

E para infelicidade e ódio desta, um dia seu marido Midir, um belo e altivo rei, conheceu a fada Étaín, a mais bela donzela de todo o reino de Meath. Midir apaixonou-se profundamente pela bela e bondosa Étaín, e quis tê-la como esposa. Isso provocou a fúria de Fúamnach, que utilizou-se de magia e transformou Étaín em uma borboleta. Por anos, Midir procurou por sua amada em desespero; e embora ela voasse na frente de seus olhos para que ele pudesse vê-la, Midir não a reconhecia; assim Étaín permaneceu por anos, voando por reinos e terras diferentes e distantes.



Em uma noite, no entanto, Étaín descansava sua frágil forma de borboleta em uma janela, quando um forte vento a derrubou em uma taça de hidromel. A taça pertencia a uma rainha irlandesa, que, despercebida da linda borboleta em sua bebida, sorveu o líquido e Étaín para dentro de si. A rainha, dessa forma, engravidou, e assim Étaín nasceu uma princesa mortal na vasta Irlanda.

A beleza de Étaín continuava a mesma; muitos vinham de longe apenas para admirá-la e pedir sua mão em casamento. Mas foi a Eochad Airem que ela foi dada em matrimônio, naquela época, o rei supremo de toda a Irlanda. Assim, Étaín tornou-se rainha, mas ainda sentia um vazio em seu coração, como se algo lhe faltasse.

No Reino de Meath, contudo, o entristecido e solitário rei Midir ouviu falar da beleza extraordinária da rainha da terra dos mortais. Assim, ele foi até a Irlanda, e quando viu a esposa de Eochad Airem, imediatamente reconheceu sua amada.

Sem desistir dela, ele propôs a Eochad uma série de torneios. O rei da Irlanda era um guerreiro formidável, e venceu praticamente todos os embates, com exceção do último. Como prêmio por sua vitória, Midir pediu um beijo da rainha. Eochad, como havia prometido em zombaria que este poderia ser o prêmio caso Midir vencesse aquela batalha, concordou a contragosto.

Quando Étaín foi conceder o prêmio prometido ao vencedor, reconheceu seu amado das terras imortais. A surpresa da rainha deu tempo para que Midir transformasse os dois em cisnes brancos e pudessem fugir voando para o reino de Meath. O rei, no entanto, enfureceu-se e apelou para a honra de seu adversário. Midir, então, transformou várias mulheres à semelhança perfeita de Étaín, e pediu que sua amada se misturasse a elas sem que ele visse onde ela iria. Ele disse então ao rei Eochad que, se ele a amasse verdadeiramente, iria encontrá-la mesmo ali. O rei passou a procurar sua esposa, e, orgulhoso, apontou uma das Étaíns com grande certeza de que tinha acertado. No entanto, ele escolhera a própria filha, que se destransformou em sua frente assim que ele a escolheu.

Midir, então, aproximou-se da multidão de Étaíns e estendeu a mão para uma delas. Imediatamente, todas as outras se transformaram em suas formas originais, e então Étaín, a verdadeira, sorriu e foi-se embora com seu amado, aquele que ela havia conhecido no reino imortal e com quem ela viveria para sempre, aquele capaz de reconhecê-la pelo amor.


Trago-vos uma canção que foi feita por Enya inspirada neste conto que conheço desde pequena, a delicada Fairytale. Espero que apreciem!


Fairytale - Enya

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Histórias de Beleriand: Patriotismo


Caros leitores, deslocamo-nos pela imensidão do espaço e com isso mais uma quinta-feira novamente desponta. Encontrei, juntos aos textos fragmentados do diário de Maglor, bardo de Beleriand, um pergaminho, com uma espécie de convocação interssante e perturbadora. Boa leitura.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Krull, o Bruto #022 - Krull queria jogar ASGARD RPG

Frodo: - Saudações amigos!! Até mesmo o Krull resolveu fazer um "Play test" do Asgard RPG. Confira abaixo:


Aproveito para dizer que a página Krull, o Bruto (no menu horizontal superior) está pronta. Acesse clicando aqui.

Para quem quer saber mais do que se trata o ASGARD RPG, clique aqui.

O imperdível lançamento do Módulo Básico do ASGARD RPG está programado para este mês. Fique atento!!

domingo, 8 de maio de 2011

Elgalor's Funtime! - Game Boy Online

Frodo: - Saudações pessoal! Esses dias estava caminhando pelos blogs de rpg, quando encontrei esta interessante ferramenta:

Nintendo Game Boy Online Logo


Foi divulgada pelos nobres Cavaleiros das Noites Insones. (Para ver o post completo clique aqui).

Em suma, trata-se de um emulador, onde é possível jogar Game Boy sem ter que instalar nada no computador. Então prepare-se para relembrar clássicos RPGs como Pokemon e Zelda, bem como se divertir com Super Mario e etc.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Histórias e Canções - Gondolin, a cidade secreta

Boa-tarde, nobres visitantes e aventureiros dos Reinos de Elgalor! Mais uma vez encontro-me aqui, e hoje para contar-lhes ainda outra fascinante história concebida por J.R.R Tolkien. No entanto, neste dia trago-lhes não histórias de magnânimos personagens ou fatos, e sim de um lugar que muito me fascina: a bela Gondolin, cidade secreta dos elfos construída por Turgon, um dos reis élficos do Silmarillion.

Gondolin (A Rocha Oculta, em Sindarin), também chamada de Ondolindë (A Rocha da Música d'Água) em Quenya, foi construída em segredo por Turgon. Turgon, por sua vez, foi guiado pelo Vala Ulmo, senhor das águas, que em sonho revelou ao elfo o vale de Tumladen, um local perfeito para a construção de uma cidade grandiosa em segurança, longe do olhar amaldiçoado de Morgoth. Antes disso, Turgon havia sido perturbado por uma visão que previa a queda de seu povo, os Noldor.

Sob comando de Ulmo, Turgon viajou de sua cidade Vinyamar, em Nevrast, e encontrou o vale. Dentro das Echoriath, as Montanhas Circundantes, a oeste de Dorthonion e a leste do Rio Sirion ficava uma planície circular com paredes rochosas de todos os lados, e uma ravina e um túnel que levavam a sudoeste, conhecido como o Caminho Oculto. No centro da planície havia uma colina, chamada Amon Gwareth, a Colina de Observação. Lá Turgon decidiu construir sua grande cidade, inspirada na Tirion de Valinor, uma cidade que seria protegida pelas montanhas do Senhor do Escuro.

"O vale escondido de Tumladen... ficava a leste das águas superiores do Sirion, num anel de montanhas altas e abruptas, e onde nenhuma coisa viva ia, a não ser as águias de Thorondor. Mas havia um caminho fundo debaixo das montanhas, escavado na escuridão do mundo por águas que corriam para se juntarem às correntes do Sirion; e Turgon descobriu esse caminho e assim chegou à planície verde entre as montanhas e viu o monte-ilha que lá se erguia e era de pedra lisa e dura, pois o vale fora um grande lago nos tempos antigos.”
Silmarillion, p. 133

Assim, Turgon e seu povo construiram a cidade em segredo. Depois que ficou pronta, ele levou todos os moradores de Nevrast para lá. . O Caminho Oculto que levava até Gondolin era protegido por sete portões, todos muitíssimo bem guardados, a saber:

o primeiro, de Madeira;
o segundo, de Pedra;
o terceiro, de Bronze;
o quarto, de Ferro;
o quinto, de Prata;
o sexto, de Ouro;
o sétimo, de Aço.

Os de Prata e Ouro tinham duas famosas representações das Duas Árvores de Valinor, chamadas Glingal e Belthil.

Por inúmeros anos, a bela Gondolin permaneceu oculta e livre da influência de Morgoth. Porém, sua localização foi descoberta quando Húrin, pai de Túrin, em desespero, clamou por Turgon diante de suas muralhas (Húrin havia sido liberto do jugo de Morgoth, que o torturara para saber a localização de Gondolin, onde ele havia estado por ter sido salvo pelas águias da cidade de uma guerra contra os Orcs. Húrin também havia salvo a vida de Turgon em um segundo encontro). Suas palavras foram ouvidas pelos espiões de Morgoth, que então capturou Maeglin, sobrinho do Rei, de quem obteve a localização exata da cidade em troca das promessas de Morgoth em lhe entregar Idril, a filha do rei Turgon, por esposa.

Foi assim que Gondolin foi atacada pelas hostes de Morgoth (balrogs, orcs e lobos, e com eles vieram dragões da linhagem de Glaurung), e muito sofrimento foi causado por aquele ataque.

Muito do que aconteceu ali é relatado em A Queda de Gondolin: o combate de Ecthelion da Fonte e Gothmog, rei dos balrogs, onde os dois morreram, assim como o combate entre Glorfindel e um balrog no cume de um rochedo, onde os dois morreram.

Alguns elfos conseguiram escapar de Gondolin, principalmente pelos caminhos secretos preparados por Idril, a filha de Turgon. Entre eles Eärendil, filho de Tuor e Idril, que mais tarde ostentaria uma Silmaril e iria para as Terras Imortais para pedir perdão pelos elfos e humanos.

Para fechar esse pergaminho, trago-vos novamente Blind Guardian, pois a bela Mirror, Mirror fala exatamente da cidade secreta de Gondolin...


Mirror, Mirror - Blind Guardian

Conhecimentos Ancestrais: A Arte da Guerra de Sun Tzu - Capítulos Finais

Frodo: - Saudações amigos! Hoje podemos terminar de ouvir este interessantíssimo texto do mestre Sun Tzu. Estão aí os capítulos que faltavam.

Até o próximo Conhecimentos Ancestrais!

CAPÍTULO 11 - parte 1

CAPÍTULO 11 - parte 2



CAPÍTULO 12


CAPÍTULO 13 - Final



quinta-feira, 5 de maio de 2011

πδ (pi-delta) explica: combo telecinésia e encolher itens

Caros leitores, mais uma quinta-feira desponta no horizonte com o alvorecer do sol. Seguindo nosso ritmo usual (duas histórias de Beleriand e uma explicação do nosso meio-golem residente), πδ (pi-delta) pediu o palco para mostrar mais alguns de seus cálculos mirabolantes sobre magias no sistema D&D 3.5. Então, sem mais delongas, segue abaixo suas idéias sobre as magias telecinésia e encolher itens usadas juntas (as magias foram abordadas individualmente em posts anteriores).

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Oyama aprova - O marinheiro Popeye


Boa tarde a todos meus caros, hoje nós vamos dar uma bisbilhotada no mundo dos cartoons, pois lá também não faltam brigões dos bons, e grandes inspirações para aventuras inesquecíveis. Trago aqui nos reinos de Elgalor o inesquecível marinheiro Popeye.

Popeye foi criado por E. C. Segar em 1929 e adaptado para os desenhos animados em 1933 pelos irmãos Max e Dave Fleicher.

Basicamente ele é um marinheiro que está sempre protegendo sua namorada Olivia do seu inimigo Brutos e quando come espinafre ele fica mais forte e soca todo mundo que encher a paciência dele. Mas o divertido é o estilo dele, originalmente Popeye era um baixinho com cabelo desgrenhado pelo quepe, com o olho direito vazado, um cachimbo de sabugo de milho de um lado da boca, uma tatuagem de âncora no antebraço e um grande queixo. Por nunca tirar o cachimbo da boca ele acaba falando só com um lado dela que junto com seu olho vazado sempre fechado acaba por deformar seu rosto.

Nos quadrinhos Popeye não comia espinafre, diz a lenda que na época a Inglaterra exportava couve para outros países e os Estados Unidos exportava espinafre, após submeterem os vegetais a uma análise para verificar o teor de ferro de ambos, foi visto que a couve apresentou uma concentração maior, então os EUA para não perderem a sua parcela do mercado decidiram investir em algum tipo de propaganda para o espinafre, então quando Popeye estreou nas telonas ele acabou levando o representante foliáceo americano consigo, aumentando assim em 30% as vendas de espinafre nos EUA.

Um fato pouco conhecido no Brasil é que ele fala muito errado. Dizendo ME no lugar de MY e trocando a letra T pelo K como em FISK em vez de FIST (punho) além de vários outros erros de gramática.

Frases marcantes:

“Macacos me mordam”

“Pelas barbas do camarão”

“Sou o que sou, e isso é tudo que sou”

“Sou forte até o fim com espinafre pra mim”

“Tubarões me mordam”

“Ventos me levem”

“Com mil camarões”

“Ora seu bolo fofo”

“Já agüentei o que pude, não agüento mais”

“Eu sou marinheiro Popeye”

Essa aqui é a primeira animação estrelando Popeye de 1933, particularmente eu acho muito engraçado o humor dessa época.


domingo, 1 de maio de 2011

Elgalor's Funtime! apresenta: O Blog Xadrez

Frodo: - Saudações amigos!

Hoje gostaria de chamar a atenção de vocês para O Blog Xadrez, criado e fundado pelo grande ilustrador Mario Nakano.




Trata-se de um blog com uma proposta inovadora. Ele é feito INTEIRAMENTE na forma de História em Quadrinhos, desenhadas pelo prório Mario Nakano, que atualmente está desenvolvendo 2 trabalhos no blog:

Simples Assim: Histórias de uma página sobre um carismático garoto chamado Aldo.
Minha vida em Preto e Branco: Histórias de sua própria vida, contadas na forma de tirinhas.

Recentemente tive a honra de ser convidado para participar do blog, e estou desenvolvendo o seguinte projeto:

JO-EL: Um Super-Herói no Brasil: Trata-se de um Super-Herói que atua no Brasil e acaba se deparando com dificuldades comuns a todos os Brasileiros.

Além disso também estarei inserido no projeto "Minha vida em Preto e Branco".

Portanto, para aqueles que apreciam a arte sequencial dos quadrinhos, com uma boa dose de humor cotidiano, o Blog Xadrez é um prato cheio.

Fica o convite de James Mackintosh, o anfitrião do blog:





Para acessar o blog clique aqui.