segunda-feira, 21 de março de 2011

Oyama Aprova - Mas Oyama O Verdadeiro Flagelo das Feras!

Olá a todos, acredito que vocês já devem saber que quando o assunto é um bom combate, provavelmente eu vou estar na roda, principalmente se for no mano a mano. Assim, o Grande Odin me convidou para iniciar uma série de posts chamado “Oyama aprova” que trará vídeos, histórias, quadrinhos e toda sorte de materiais voltados àquilo que eu mais gosto, FIGHT!! (aliás, fight são as DUAS coisas que eu mais gosto! mas só vou postar aqui a mais literal delas) Então vou começar essa série de posts com ninguém mais do que o cara que influenciou o meu alter ego a me tirar do “mundo das idéias”.

O criador do Karatê de contato Kyokushin, o japonês cabra macho, Masutatsu Oyama. Aqui vai uma breve biografia dele, e um pouco de material sobre ele e o karatê tradicional.

Enquanto vivia na fazenda de sua irmã na Manchúria aos nove anos de idade, Mas Oyama iniciou a sua jornada na prática das artes marciais, quando começou a praticar uma forma de Kempo chinês conhecido como “dezoito mãos”.

Em 1938, aos 15 anos, Mas Oyama se mudou para o japão para entrar na aviação, e continuou seu treino marcial praticando judô e boxe. Ele também praticou o karatê de Okinawa e taekwondo.

O treino de Mas Oyama progrediu tão rapidamente que aos 17 anos ele era 2º Dan e aos 20 4º no estilo de karatê Shotokan (geralmente com treino ininterrupto um karateca chega ao 4º Dan por volta dos 35 anos). Neste momento ele se interessou grandemente pelo judô, e em menos de quatro anos ele alcançou o 4º dan em judô também.

Mas Oyama se exilou da civilização por três anos para treinar sua mente e seu corpo sem as distrações do mundo externo. Durante esse tempo ele treinava exaustivamente, 12 horas por dia, todos os dias, sem dia de descanso, praticando golpes debaixo de cachoeiras durante o inverno, quebrando pedras com golpes de mão e usando arvores para calejar o corpo.

Nos anos 50, Mas Oyama começou a demonstrar suas perícias lutando contra touros. No total lutou com 52 touros, três foram mortos e 49 tiveram os chifres arrancados com golpes de mão (é eu sei, hoje ele seria processado).

Oyama se baseava no princípio samurai de não precisar de mais de um golpe para finalizar a luta “um golpe, uma morte”. “Ele atacava para quebrar as costelas ou deslocar a mandíbula e defendia para quebrar os braços do atacante”. Por causa de sua força e habilidade, ficou conhecido como “The Godhand”.


Para por à prova suas habilidades, Mas Oyama decidiu passar por um teste de 300 lutas em três dias. Ele escolheu os alunos mais fortes de sua academia e lutou com eles um por vez. Depois que todos tivessem lutado uma vez, eles começavam tudo de novo até completar 100 lutas por dia. Em média cada estudante teve que enfrentá-lo quatro vezes, mas alguns não conseguiram passar do primeiro dia por conta da força dos golpes de Oyama.





Aqui um pouco da luta tradicional de karatê

8 comentários:

  1. Hahaha, chegou indo direto ao ponto, não é, Oyama?

    Ótimo pergaminho. Gostei muito das lutas. Apesar de não terem a quantidade de sangue e ossos quebrados que estou acostumado a ver em Valhalla, são realmente muito boas!

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  2. Muito obrigado grande Odin,
    no próximo post vou procurar em becos um pouco mais sanguinários do mundo das lutas haha.

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  3. Muito bom o post Oyama! Agora todos sabem de onde vem a força do seu nome!

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  4. Hail mestre Oyama! De fato uma vida impressionante. E que os touros descansem em paz.

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  5. Caboclo Sete Encruzilhadas22 de março de 2011 08:23

    Este vilipendiador da natureza irá pagar por seus crimes hediondos.
    Eu declaro aberto a caça a Oyama matador de touros.

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  6. Infelizmente Caboclo, Mas Oyama não pode mais matar touros.
    Ele já está dormindo no sono eterno e sem sonhos da morte.
    Se você quiser, pode caçar os seguidores dele, são maio ou menos 1 milhão...sem contar comigo haha

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  7. caracas esse soco na cara no final isso vai doer até a aposentadoria dele hauahau!
    Muito bom! Gostei da história também!

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  8. Haha... o pessoal acha que o cara lutava com touros mesmo... galera, olhem os videos... o touro nunca reagia, tinha uma corda no fucinho dele pra controlar e ser mais fácil! Vejam o que fala Joe Bluming...

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