quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O Novo Lar de Krull - Krull, o Bruto # 001

Frodo: - Saudações nobres visitantes! Ano passado produzi tirinhas de humor de um bárbaro chamado Krull, que eram publicadas através de um blog homônimo. Infelizmente não pude dar continuidade ao blog devido às incumbências pessoais e profissionais. Todavia, com muita alegria hoje Krull se transfere para este novo lar, fruto de uma parceria com o grande Odin. Dessa forma, anotem na agenda de vocês : Quarta-feira é dia de Krull! Às Quartas, portanto, irei postar sempre uma nova tirinha do Krull. Entretanto, irei recomeçar postando a tirinha número 1, que pode ser conferida ao final deste longo post inicial, para que Krull realmente tenha um novo início aqui.

Para quem não conhece este personagem, Krull é a caricatura do bárbaro medieval: muito forte, muito estúpido, muito ingênuo, e com muita raiva de orcs! Abaixo relato a história do nascimento deste bárbaro, seguida pela tirinha número 1. Espero continuar contando com o apoio de vocês.

Um grande abraço.





O NASCIMENTO DE KRULL

Krond, chefe do povoado bárbaro localizado ao norte da floresta de Emuck, estava feliz pois iria finalmente ter um herdeiro. Odra, sua esposa, estava grávida e sua intuição levava-lhe a crer que seria um menino.

Neste mesmo momento, os orcs de toda Undília torturavam, matavam, guerreavam, dominavam, bebiam, brigavam, se matavam, enfim, “orqueavam” felizes, sem imaginar o inferno que os deuses haviam lhes reservado: Krull, o Bruto, estava prestes a nascer.

Se você não sabe quem é Krull, não se preocupe, você irá conhecê-lo logo mais. Se já o conhece, então sabe que é preferível ser uma carniça no meio de abutres do que um orc na frente de Krull.

Enfim... os deuses, mesmo sem saber, iriam desgraçar a vida de muitos orcs.

Naquela época, quando uma alma humana era confeccionada pelos deuses, ela vinha “de fábrica” com atributos básicos suficientes apenas para diferenciá-la de uma esponja marítima. Os atributos “extras” eram concedidos pelas divindades mediante aos fervorosos pedidos feitos em oração pelos progenitores do futuro rebento.

Sabendo disso, Krond rezou todos os dias, ofereceu sacrifícios e oferendas aos deuses, pedindo que seu filho Krull fosse forte. Odra, acrescentando, suplicava orando para que seu filho fosse inteligente, para um dia chefiar o seu povoado com sabedoria, assim como seu pai o fizera.

Eram tempos difíceis, entretanto. A população de Undília crescia exponencialmente, crescendo assim a demanda por novas almas. Os indivíduos, porém, sabiam pedir aos deuses, mas haviam esquecido de agradecê-los e de fazer oferendas em sua homenagem.

Assim, o Panteão entrou em uma crise, e se viu obrigado a “reduzir suas despesas”, despedindo mais divindades menores do que Roberto Justos despediu aprendizes.

Estes desafortunados deuses tocaram sua miserável existência autônoma vendendo milagres, bênçãos, curas e inclusive maldições. Outros chegaram ao absurdo de comprar almas e revendê-las para demônios. Isso sem contar os que roubavam almas, e aqueles que, desesperados, se autodestruiram causando catástrofes em Undília. Enfim, faziam essas coisas que deuses desempregados costumam fazer.

Os deuses “empregados”, em contrapartida, ficaram ainda mais sobrecarregados, sendo forçados muitas vezes a trabalhar em turnos dobrados, sem tempo nem mesmo para “produzir” novos semi-deuses (sua atividade favorita, diga-se de passagem).

Assim, os erros de fabricação nas almas, antes raros, tornaram-se constantes e o maior problema em se receber uma alma com defeito é que eles, os deuses, não aceitam devolução e, em Undília, não existe Procon.

De qualquer forma, no momento da criação da alma do pequeno Krull, força lhe foi concedida, como seu pai havia pedido. Ao contrário do que foi solicitado por Odra, contudo, devido a uma distração de um deus muito cansado, mais força lhe foi dada, no lugar da inteligência. Fica fácil agora deduzir o porque do título: o Bruto.

A inteligência que seria concedida, ao contrário do que houve com Krull, foi utilizada na confecção de outra alma, que já havia recebido sua cota de inteligência, no lugar da força solicitada. Conseqüência: em algum lugar de Undília nasceria mais um filósofo.

Dessa forma, o pequeno bárbaro Krull conheceu finalmente a luz do dia no ano 168 da era Areniana.



KRULL, O BRUTO #001




MÁXIMAS DE KLULL, O BÁRBARO ORIENTAL #001

Krull é um bárbaro de pouca ciência, porém , em certos momentos ele é possuído pelo espírito da sabedoria orienal, e se torna Klull, um "grande" sábio. Nestes momentos ele profere algumas máximas, na tentativa de espalhar seu precioso conhecimento e iluminar a vida dos que se encontram imersos na ignorância:

8 comentários:

  1. Bem vindo de volta, Krull!!! \0/

    E boa sorte aos envolvidos nessa nova empreitada!

    Quer dizer... nem precisa de sorte, um dos autores é pai de um dos Vingadores! (rimou)

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  2. Ahahahahah. Muito obrigado Oráculo! Realmente com a bênção de Odin as coisas tendem a dar certo...

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  3. Krull adora nova casa. Krull odeia orcs.

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  4. Hahaha, sejas bem vindo, Krull; logo teremos muitos orcs por aqui para adornar teu machado.

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  5. O blog está muito legal! Parabéns a todos!

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  6. Obrigado Red Dragon! Seja sempre bem vindo!

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  7. Saudações, nobres irmãos de armas. Seguirei os reinos de Elgalor e desejo-lhes sucesso na nova empreitada. Não posso prometer periodicidade nos comentários, mas asseguro sempre passar aqui para dar uma espiada. Abraços.

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  8. Muito obrigado nobre bardo! Seja sempre bem vindo!

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